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Conteúdos relevantes?
As marcas estão falhando, aponta estudo
Por Tiago Bosco em 04/02/2017
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Sessenta por cento do conteúdo gerado pelas marcas é irrelevante, incapaz de gerar impacto nos resultados de negócio e na vida das pessoas. Esta é uma das conclusões do estudo Meaningful Brands, do Grupo Havas (www.meaningful-brands.com), segundo o qual as marcas mais relevantes têm um desempenho financeiro 206% acima da média bolsista.

São tendências identificadas a partir de uma amostra de 300 mil pessoas e 1500 marcas em 33 países. E de que resultou ainda um top 10 de marcas mais relevantes, encabeçado pela Google, que acaba de ascender à liderança das marcas mais valiosas da Brand Finance. PayPal, WhatsApp, YouTube, Samsung, Mercedes Benz, Nivea, Microsoft, Ikea e Lego completam o ranking da Havas.

Quanto aos conteúdos, a maioria dos entrevistados (84%) espera que as marcas os produzam, mas entende que apenas 40% das 1500 marcas abrangidas pelo estudo cumpre os requisitos, isto é, oferecer conteúdos relevantes.

Segundo o estudo, existe uma correlação de 70% entre a eficácia do conteúdo e o impacto no bem-estar pessoal e, por consequência, nos resultados do negócio.

E 75% dos entrevistados espera, precisamente, que as marcas contribuam mais para o bem-estar geral e qualidade de vida, embora apenas 40% acredite que o estejam a fazer.

De tal forma que, a nível global, os consumidores não se importariam se 74% das marcas desaparecessem.

A Google ultrapassou a Apple como a marca mais valiosa do mundo e assumiu a liderança do Brand Finance Global 500.

A marca viu o seu valor aumentar 24% para os 109,47 milhões de dólares. Já a Apple, que ocupava o primeiro lugar há cinco anos, diminuiu o valor de marca em 27%, para os 107,10 milhões de dólares.
A Amazon mantém a terceira posição da lista, com uma subida de 53% no seu valor, para os 106,39 milhões de dólares. É seguida pela T&T, Microsoft, Samsung, Verizon, Walmart, Facebook e ICBC.

O Facebook foi a marca com o maior crescimento (82%), para os 62 milhões de dólares. Também as marcas chinesas registaram subidas consideráveis: a Alibaba aumentou 37 posições e a Tencent 70.
O ranking é desenvolvido com base em critérios como investimento em marketing, familiaridade, lealdade, satisfação dos funcionários e reputação corporativa.





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