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Edição de jan/fev :: n° 88
O ano de 2012 chegou e as perspectivas para o comércio eletrônico são as melhores possíveis. Mas, afinal, quem vende mais na web? Saiba quais são as lojas virtuais com as maiores taxas de conversão do mundo, conheça as suas estratégias e aumente o seu resultado. Confira, também, tudo sobre Responsive Web Design, conceito que vem ganhando espaço entre designers e profissionais front-end.
Sumário da edição.
A economia dos grandes. E como os pequenos podem florescer, por Julius Wiedemann.
A informação onipresente, por Diego Eis.

Evento: Cloud Computing Brazil no Rio de Janeiro!

Postado por Flávia Freire em 30/03/10

Cloud Computing Brazil

Você não pode perder! Especialistas nacionais e internacionais estarão presentes no evento para falar sobre o assunto mais debatido do momento na área de TI: Computação em Nuvem!

O Cloud Computing Brazil será realizado no dia 27 de abril, na Universidade Federal do Rio de Janeiro e, paralelamente ao evento, acontecerá o Cloud Camp, que percorre diversos países e estará pela primeira vez no Brasil! 

Inscrições antecipadas: de R$ 40 a R$ 60.
Inscreva-se pelo site: www.ccbrazil.com.br.

Os ensinamentos da Gringo.nu

Tags:, — Postado por Luis Rocha em 23/03/10

No início do ano, houve uma grande divulgação da criativa e descontraída palestra “47 mandamentos para pequenas agências digitais”, ministrada por André Matarazzo, CCO da agência Gringo.nu.

Aproveitando que este mês lançamos uma edição especial envolvendo a apresentação do portfólio de 48 agências digitais brasileiras, recomendamos a leitura dos slides da palestra, que traz alguns dos principais aprendizados vividos por André, além de uma boa dose de conhecimentos sobre a área.

Veja mais apresentações da Gringo

Quem escolhe a pauta da TIdigital é você!

Postado por Flávia Freire em

PrêmiosQueremos incentivar os nossos leitores a sugerirem assuntos para serem abordados nas reportagens da TIdigital, afinal a revista é totalmente interativa e o leitor tem toda a liberdade para opinar sobre o que quer ler.

Então, deixe aqui a sua sugestão e concorra a prêmios: um convite para o EDTED 2010 na cidade que escolher e o livro “Inteligência Artificial“, de Ben Coppin.

DATA DO SORTEIO: 31/03/2010.

Venha brindar conosco no EDTED-RJ!

Postado por Flávia Freire em 19/03/10

Brinde conosco!Março é o mês de aniversário da revista  TIdigital! Para comemorar um ano, vamos sortear 40 participantes para comemorar conosco no EDTED-RJ, que vai ser realizado amanhã (20/03) no Centro de Convenções SulAmerica! Vá até o estande da Arteccom, preencha o cupom e coloque na urna! No final do evento, a equipe da revista terá o prazer de recebê-los para um brinde!

Se você já tem a TIdigital de março, poderá recortar o cupom de sorteio na página 19 e já levar preenchido para o evento!

Boa sorte!

Entrevista: Perspectivas para o mercado digital

Tags:, — Postado por Luis Rocha em 08/03/10

Cláudio CoelhoAlém da apresentação dos portfólios de 48 agências digitais de diferentes regiões do país, a edição de março da Webdesign apresenta uma entrevista exclusiva com representantes de associações digitais como ABRADi, ABRADi-RJ e ADBA, no qual são abordados temas como modelos para cobrança de serviços on-line, perfil de profissionais mais requisitados, média salarial, entre outros.

Dando continuidade ao assunto, conversamos também com Cláudio Coelho, presidente da APADi (Associação Paulista das Agências Digitais). Confira o resultado a seguir.

Wd :: Dois mil e duzentos e setenta e cinco. Esse é o número total de agências digitais atuantes no Brasil, segundo o Censo Digital 2009, realizado pela Associação Brasileira das Agências Digitais. Diante de sua experiência neste segmento, é possível apontar as principais vantagens e desvantagens, em termos técnicos, conceituais e de mão de obra especializada, das agências brasileiras em relação a outros mercados, como o norte-americano e o europeu?

Cláudio :: No mercado da comunicação tradicional, a criação brasileira tem espaço de destaque no cenário internacional. E isso acontece também na comunicação digital. Em termos técnicos, inovamos na criação, no conceito, mas muitos dos projetos desenvolvidos têm com base algo já executado lá fora. Especialmente projetos baseados em tecnologia Flash, que – excepcionalmente nesse caso – nossa escassez de mão de obra é muito grande, se comparada a outros mercados.

No Brasil, nossa mão de obra é muito barata, se comparada a outros mercados (com exceção do programador Flash, bem menos escasso do que lá fora). Outra diferença é a maturidade do mercado em relação à cultura do anunciante em investir em mídia on-line. As empresas de fora destinam, no mínimo, 15% dos investimentos em ações digitais, frente a outros meios.

Wd :: No documento sobre concorrência e avaliação de serviços digitais, preparado recentemente pela APADi, são descritos cinco tipos de perfis de parceiros neste segmento: freelancers, microprodutoras, agências de publicidade, fábrica de software e agências digitais. Diante dos critérios utilizados pela associação, quais são as características essenciais que uma empresa deve possuir para ser classificada como uma agência digital?

Cláudio :: Esse assunto foi muito polemizado e discutido dentro da APADi, sempre com questionamentos sobre quais associados poderiam – ou não – ser considerados agências digitais, uma vez que algumas empresas tinham foco no desenvolvimento (criação e/ou tecnologia) e, assim, não passariam de produtoras web, enquanto – baseado no modelo da publicidade tradicional -  só as que autorizassem mídia seriam consideradas agências digitais.

Assim, em meados de 2009, a APADi fez um projeto o qual estudou todos os serviços prestados por empresas do setor e concluiu que temos dois tipos de agências digitais:

- Agências Especialistas: com especialização e posicionamento em áreas específicas do nosso mercado. Exemplo: Social Media, SEO, SEM, Tecnologia Web, Planejamento, Criação. Normalmente atuam com uma ou duas especialidades;

- Agências Full Service: posicionam-se no atendimento completo ao cliente. Exemplo: agências que fazem planejamento, criação, tecnologia e divulgação de uma ação para o cliente.

E a ABRADi também adotou com seus associados este mesmo conceito.
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Evento online gratuito sobre Banco de Dados!

Postado por Flávia Freire em 02/03/10

Nos dias 10, 11 e 12 de março, a Embarcadero Technologies estará promovendo a Semana do DBA no Brasil, com três apresentações online, gratuitas e os participantes terão a oportunidade de interagir. O evento é dirigido aos profissionais
de bancos de dados e as palestras técnicas terão início às 10h:

10/03 Arquitetura e Modelagem de banco de dados
11/03 Gestão de dados e mudanças em ambientes heterogêneos
12/03 SQL Tunning, alta-disponibilidade e eficiência de banco de dados 24 x 7

Inscreva-se aqui.

Luli Radfahrer: Caixas pretas

Tags:, — Postado por Luis Rocha em 01/03/10

Luli Radfahrer, colunista da Webdesign*No mês de março, com a circulação da edição especial “Catálogo Portfólio”, estamos publicando os artigos dos nossos quatro colunistas no site da revista.

Luli Radfahrer é PhD em Comunicação Digital, já dirigiu a divisão de internet de algumas das maiores agências de propaganda e portais do Brasil. Hoje é professor-doutor da ECAUSP e consultor independente, com clientes no Brasil, Estados Unidos e Oriente Médio. Autor do livro ‘Design/Web/Design:2’, posta textos semanais sobre criatividade, design de interfaces e inovação em seu blog.

Caixas pretas

Imagine que você precise escrever um contrato de prestação de serviços. O que você faria? A resposta politicamente correta é fácil: contrataria um advogado, explicaria a situação, ouviria sua opinião com o respeito que se tem perante um especialista e pagaria seus honorários sem questioná-los, afinal seu trabalho é importante e seu conhecimento, resultado de vários anos de estudo. Esta é, repito, a resposta correta.

A verdadeira está mais para fazer uma busca no Google por modelos de contratos, pegar o primeiro que achar pela frente sem se preocupar muito com quem o escreveu, se é adequado (ou mesmo atualizado), adaptar o texto para as necessidades do momento e seguir adiante, se esquecendo rapidamente que um dia precisou de um contrato.

O modelo baixado da rede, se estivesse passável, seria reutilizado sempre que fosse necessário. Mesmo quem tem acesso a um advogado – na família, entre amigos, na empresa – procura ter o serviço de graça (afinal, é só um contrato, coisa que esses caras fazem diariamente) ou pechincha o máximo que puder, até porque é difícil entender que aquele amontoado de palavras burocráticas possa custar tão caro. Uma visita profissional não melhora a situação: aquele pessoal engravatado, cheio de diplomas, falando termos incompreensíveis e sentado atrás de mesas pesadas em escritórios de paredes escuras e móveis antigos causa desconfiança.
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Carolina Vigna-Marú: Águas de março

Tags:, — Postado por Luis Rocha em

Carolina Vigna-Marú, colunista da Webdesign*No mês de março, com a circulação da edição especial “Catálogo Portfólio”, estamos publicando os artigos dos nossos quatro colunistas no site da revista.

Carolina Vigna-Marú é designer e ilustradora das antigas, do tipo que raspou fotolito com gilette e fez separação de cores no papel vegetal, mas que não é saudosista e acha tecnologia o máximo. Trabalhou com multimídia e foi SysOp de BBS. Desenvolve sites desde 1996, especializando-se em CMS e em SEO com tableless e CSS. Começou em uma editora pequena em 1982 e nunca mais parou. Gosta muito de ilustração vetorial, mas não dispensa um bom papel e lápis. Fotógrafa amadora e apaixonada por tudo que é gráfico.

Águas de março

Todas as crenças, de certa maneira, buscaram na água os seus ritos de passagem e momentos de transição. Para alguns, a água é purificadora, para outros é ligada à morte e às vezes a vidas futuras. Da água nascemos, por ela morremos. Alimenta a Terra, mata a sede dos seres vivos, afoga, constrói e destrói e nela navegamos.

De uma forma geral, independente da cultura, a água era considerada a fonte de vida primordial. No século XVIII, com o surgimento da ciência experimental, a água passa a ser incolor, insípida e inodora. A água não é mais um elemento, é apenas três átomos, H2O. Talvez este distanciamento emocional explique o que leva a humanidade a poluir o elemento que a mantém viva.

A Tailândia homenageia a deusa da água, Phra Mae Khongkha, durante o festival Loy Krathong, que acontece no final da temporada de monções. Milhares de pessoas iluminam os rios e canais com velas, oferecem flores e acendem incensos. É um simbolismo de amor.

Em inúmeras tradições, o peixe, fruto das águas, é um ícone de revelação, sabedoria e santidade. Quando o cristianismo surgiu, o símbolo de Cristo era um peixe. Na tradição cristã, a água é um elemento purificante. Até a saliva aparece na Bíblia, curando os olhos de um cego. Curiosamente, o elemento da extrema-unção é o óleo, que não se mistura com a água.
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Julius Wiedemann: A arte de perder o controle

Tags:, , — Postado por Luis Rocha em

Julius Wiedemann, colunista da Webdesign*No mês de março, com a circulação da edição especial “Catálogo Portfólio”, estamos publicando os artigos dos nossos quatro colunistas no site da revista.

Julius Wiedemann nasceu e cresceu no Brasil, onde estudou Design e Marketing (sem terminar) até que teve a oportunidade de ir para o Japão. Trabalhou como designer de revistas e jornais até se tornar editor de arte e posteriormente editor) de uma editora japonesa. Em 2001, a editora alemã TASCHEN o contratou para ser o editor responsável pelas áreas de design e pop culture. Por lá, desenvolve o programa de títulos nas áreas de propaganda, graphic design, web, animação etc.

A arte de perder o controle

Perca o controle, ganhe a mundo. Se você não pensar assim, não só vai entender como as novas formas de comunicação funcionam, mas poderá também descobrir um mar de oportunidades de obter informações valiosas, de maneira genuína.

Alguns dos principais pilares das empresas são certamente os processos e os controles de tudo que faz parte de suas operações: de compras a recursos humanos, da produção a logística, da comunicação ao planejamento.

Não deixa de ser irônico que as mais modernas tecnologias estão obrigando as empresas a repensarem a forma de ver como os novos modelos de comunicação funcionam, muitas vezes, num sistema que para funcionar necessita de total ou parcial perda dos mecanismos de controle justamente em certas áreas de controle.

Quando o assunto é informação, a questão é séria. O livro Wikinomics oferece uma quantidade grande de exemplos valiosos de como empresas estão começando a dividir e a abrir seus canais de comunicação para poderem inovar de forma mais rápida. Poderia se dizer que muitos controles já foram perdidos há bastante tempo com o fim do monopólio dos meios de distribuição de conteúdo.
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René de Paula Jr.: O chapéu da Carmen Miranda

Tags:, , , — Postado por Luis Rocha em

René de Paula Jr.*No mês de março, com a circulação da edição especial “Catálogo Portfólio”, estamos publicando os artigos dos nossos quatro colunistas no site da revista.

René de Paula Jr. é User Experience Evangelist da Microsoft Brasil. É profissional de internet desde 1996, passou pelas maiores agências e empresas do país: Wunderman, AlmapBBDO, AgênciaClick, Banco Real ABN AMRO. É criador da “usina.com”, portal focado no mundo on-line, e do “radinho de pilha”, comunidade de profissionais da área.

O chapéu da Carmen Miranda

Well, na hora de escolher esse título aí eu tinha inúmeras questões dilacerantes que vou morrer sem desvendar. Por exemplo: os mambos coreanos no celular ou os efeitos cretinos nas webcams ou o nome dos esmaltes de unha ou as estampas alucinógenas dos vestidos de verão ou…

Quem criou essas pérolas da cultura mundial? Seja lá quem for, fez estrago. Pra uma geração inteira lá fora, brasileiras viviam daquele jeito, equilibrando um luau na cabeça enquanto requebravam os quadris. Pra quem nunca ouviu salsa (gente sortuda), aquela cacofonia nos ringtones fica valendo como legítima tradição caribenha.

Quando eu olho em torno de mim (em torno de verdade, não no Twitter ou Slideshares ou eventos cool) o que eu mais vejo é internet Carmen Miranda. Mesmo hoje, mesmo 15 anos depois da internet aterrissar no Brasil, ainda tem gente desfilando sites mirabolantes que só param em pé com muita cola, arame e barbante (Puxa, rimei sem querer. Dava samba).

Nada contra fruteiras, nada contra luxo. Meu problema é o lixo. E um dos problemas de nascença da internet é que o lixo não é bio-(ou bit)degradável, pelo contrário: lixo on-line vai se multiplicando como erva-daninha, daquelas que quanto mais você arranca mais forte ela cresce.

(Estou fugindo do tema. Comecei falando de sites e acabei desviando para conteúdo, web 2.0 etc. Foco, René, foco.)
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