
Artigo de Luiz Tiago
Particularmente noto que designers e desenvolvedores gostam de exagerar na defesa de alguns pontos de usabilidade em meio a alguma discussão sobre determinada teoria.
Termos como “pular na cara do usuário”, “frustrar”, “gritar”, entre outros são comuns nestas conversas, aumentando bastante o problema apresentado apenas para melhorar a sua defesa. Apesar de eu estar neste meio, este não é o ponto principal deste artigo.
É realmente frustrante quando não conseguimos acessar determinada funcionalidade de um site por causa de um navegador ou sistema operacional que está sendo utilizado. Penso que isto não é uma opinião pessoal, e sim da maioria dos humanos. Com isto, irei explicar rapidamente um conceito meio antigo, porém pouco utilizado na realidade do nosso mundo virtual. Para entender melhor o que significa o Progressive Enhancement, ou Melhoria Progressiva, é preciso conhecer também o conceito de Graceful Degradation, ou Degradação Graciosa.
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Postado por Flávia Freire em 28/10/09
A biblioteca jQuery UI está conquistando cada vez mais programadores por oferecer soluções impressionantes com interação e efeitos em aplicações para websites. Para complementar a reportagem principal da TIdigital de outubro, trazemos aqui uma entrevista com Shiguenori Suguiura Junior, programador na dothCom Consultoria Digital (MS).
TI: jQuery e jQuery UI são duas bibliotecas diferentes. Como você definiria cada uma?
Shiguenori: jQuery é uma biblioteca JavaScript que simplifica a programação cross-browser, tanto é que o lema deles é “Escreva menos, faça mais”. jQuery UI (User Interface) é um extensão ou grupo de plugins para deixar as aplicações mais amigáveis ao usuário, ou seja, o acabamento da obra.
TI: O que você acha da jQuery UI? Existe alguma outra biblioteca que pode ser comparada a ela?
Shiguenori: Acho a jQuery UI Fantástica. Acho que ela é bem parecida com a Scriptaculous, do Prototype. Tem também o MooTools. Pode-se dizer que o Prototype foi o “pai” dos frameworks em JavaScript, e possui um grande número de funções em sua biblioteca. Quando se fala de framework
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Apesar de ainda não atender por completo às expectativas do mercado, o acesso à internet via banda larga no Brasil continua a crescer gradativamente, como mostram pesquisas recentes realizadas pela Cisco, trazendo assim boas perspectivas para quem trabalha com a produção de mídias digitais e interativas.
Diante deste cenário promissor, as agências digitais e os profissionais web precisam buscar conceitos e tecnologias que possam ajudá-los no desenvolvimento de projetos diferenciados. Dentre as soluções disponíveis, o motion graphics surge como uma boa opção.
“Sempre podemos recomendar seu uso, apenas devemos ter cuidado com o tipo de usuário que o projeto digital irá atingir. Ambientes que demandam uma busca rápida e direta de informação pelos usuários são casos onde o motion graphics deve ser explorado com bastante cuidado ou até não ser recomendado. Não existe um modelo ideal para a sua aplicação, mas todos são passíveis de utilização, desde que possamos explorar o uso da criatividade, a dinâmica dos movimentos e a capacidade de sensibilizar o usuário às novas experiências”, explica Marcelo Dias, sócio da Predominium Estúdios.
Este assunto, inclusive, foi tema de reportagem na edição impressa do mês outubro. Complementando os exemplos ali apresentados, os profissionais consultados na matéria indicam por aqui mais alguns projetos. Confira a lista:
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Postado por Flávia Freire em 13/10/09
*Devido a um erro de diagramação, o artigo do Paulino Michelazzo publicado na edição de outubro foi o mesmo do mês anterior. Segue abaixo o artigo correto.
Paulino Michelazzo é diretor da Fábrica Livre (www.fabricalivre.com.br), instrutor de CMS’s (Drupal, Joomla e Magento) e escreve regularmente para diversos canais na internet e publicações técnicas no Brasil e em Portugal.
Cada macaco no seu galho
As Torres Petronas são o símbolo da Malásia e sempre que ouvimos falar deste país, a imagem dos dois prédios vem à cabeça mas dificilmente lembramos o nome da terra onde foram erguidas.
A história delas é bem interessante, seja pela tecnologia usada para erguê-la, os números envolvidos nestes dois colossos, a competição entre as equipes de engenheiros, técnicos e construtores. Mais interessante que a engenharia por trás das torres, é o design. Obra-prima da arquitetura e genialidade humana que não permite a ninguém diante de seus 450 metros de altura deixar de se
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Inscrições vão até o dia 08/10
Ganhar reconhecimento e visibilidade para o seu portfólio, além da possibilidade de fisgar prêmios como dez mil reais, um netbook ou uma câmera digital.
Esses são alguns dos principais atrativos da sexta edição do Concurso Peixe Grande, que procura premiar os melhores projetos digitais desenvolvidos no país.
Quer participar? Pois então fique atento, pois amanhã, dia 08/10, se encerra o período de inscrições na premiação.
“Depois do prêmio recebi diversos convites tanto para projetos quanto para empregos. Era curioso como alguns profissionais gabaritados falavam comigo sobre o prêmio e me parabenizavam”, revela Marcio Bomfim, um dos vencedores da categoria freelancer da edição de 2005 e que atualmente trabalha como senior web designer na Opacity Design Group, no Canadá.
Podem participar deste concurso, agências digitais, profissionais freelancers e blogueiros. Os cases inscritos vão concorrer em duas classificações: Júri Popular e Júri Técnico. Para conferir mais detalhes sobre o prêmio, acesse www.peixegrande.com.br e boa sorte!
A Realidade Aumentada é o assunto em destaque na edição deste mês. Nela, procuramos apontar os principais desafios para sua aplicação na web, as transformações no design de interfaces e nos modelos de interatividade dos projetos.
Na última semana, profissionais brasileiros (Eduardo Malpeli, Daniel Roda e Alex Freitas), que fazem parte da equipe infografistas do jornal “O Estado de São Paulo”, disponibilizaram o EZFlar, uma espécie de gerador on-line automático da tecnologia.
Um detalhe interessante em sua concepção é que seu código-fonte é aberto. A seguir, confira mais detalhes sobre este projeto, no bate-papo que tivemos com Daniel Roda.
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Postado por Flávia Freire em
A CPM Braxis está oferecendo 100 vagas para estudantes universitários na unidade Alphaville, em Barueri, São Paulo. Os aprovados iniciarão as atividades em janeiro de 2010. O Programa de Estágio oferece bolsa-auxílio, vale-refeição, vale-transporte, assistência médica e odontológica e seguro de vida, além de oportunidades de efetivação.
Pré-requisitos: os candidatos devem estar cursando Administração com Ênfase em Sistemas da Informação, Análise de Sistemas, Ciência da Computação, Desenvolvimento de Software, Engenharia da Computação, Engenharia de Software, Gestão da Informação, Processamento de Dados, Sistema de Informação, Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Software, Tecnologia em Banco de Dados, Tecnologia da Informação ou Tecnologia da Informática, com conclusão prevista entre 12/2010 e 12/2011. Conhecimentos intermediários em inglês serão um diferencial.
Cadastre-se pelo site da empresa entre os dias 3 e 25 de outubro. Boa sorte!