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Primeiro marketplace de artes visuais do país
Conheça o premiado Glocal Arts
Por Tiago Bosco em 07/07/2014
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Lançado recentemente, o Glocal Arts (https://www.glocalarts.com) surge como o primeiro marketplace de arte do Brasil. O projeto já colhe bons frutos - ficou entre os 15 melhores trabalhos no mundo no Global Startup Battle e também foi finalista do DEMO Brasil, maior evento mundial de apresentação de startups.

Em entrevista à Wide, Vinnie de Oliveira, um dos idealizadores do projeto, conta como funciona a plataforma e sua importância para a Economia Criativa do país. Confira!


WIDE Glocal Arts é o primeiro marketplace de Artes Visuais do Brasil. Ambiente que contribui para artistas, profissionais ou amadores, divulgarem seus trabalhos gratuitamente. Por que resolveu apostar neste projeto?
VINNIE DE OLIVEIRA
Percebemos um grande problema no mercado de Artes Visuais no Brasil: a dificuldade de espaço para artistas. Seja o artista mais conceituado, com mais experiência ou uma pessoa como eu, um fotógrafo que nunca teve a oportunidade de viver da sua arte. Sempre tive o sonho de expor meus trabalhos em alguma galeria, exposição, mas nunca consegui espaço. Pensando nesse fluxo surgiu o Glocal Arts.

A cada momento que fomos adentrando na problemática fomos percebendo a importância do nosso projeto, pois temos a possibilidade de contribuir positivamente para o mercado de Economia Criativa do país como já percebemos a partir dos parceiros que têm surgido, como a Prefeitura de Olinda-PE, por exemplo.


Glocal Arts


WIDE E como funciona na prática esta plataforma proposta por vocês?
VINNIE DE OLIVEIRA
O artista que não tem muita possibilidade de espaço para divulgação e não sabe como expor e vender suas obras é o nosso público. O Glocal Arts apresenta essa solução com divulgação gratuita para o artista e, no momento da venda, ele nos remunera com uma comissão para nos ajudar na manutenção da plataforma.



O artista se cadastra gratuitamente em nosso site e apresenta um resumo sobre sua trajetória artística, insere as obras com descrição explicativa sobre o trabalho, técnicas, materiais, dimensões e apresenta, o que consideramos mais importante, a história daquela obra. Percebemos que contar essa história e explicar a obra facilita muito a venda.

Eu, por exemplo, consegui vender uma fotografia minha exatamente por isso. Contei a história de um casal que conheci na Espanha, durante meu ensaio sobre o Caminho de Santiago, e isso emocionou a pessoa que comprou a obra. Para mim foi a realização de um sonho, pois vendi a minha primeira obra como artista, além de ter emocionado os compradores.


Glocal Arts


VIDE Vocês ficaram em 2º lugar no Startup Weekend, em João Pessoa, entre os 15 melhores trabalhos no mundo no Global Startup Battle e foram finalistas do DEMO Brasil, maior evento mundial de apresentação de Startups. Como tirar proveito de todo esse reconhecimento?
WINNIE DE OLIVEIRA
Eu diria, que não apenas essa repercussão, mas também as parcerias que já conseguimos durante nossa caminhada. Obviamente esse reconhecimento da comunidade técnica, do ambiente das startups, dos investidores e outros empreendedores digitais nos ajuda muito e abre muitos canais de diálogo.

Mas as parcerias com o Sebrae, a Prefeitura de Olinda e outros nos ajuda a mostrar que estamos realizando um trabalho muito sério e preocupados com o desenvolvimento dessa cadeia produtiva tão importante em nossa sociedade.


VIDE Em sua opinião, este público da arte e cultura ainda é pouco explorado no ambiente digital?
VINNIE DE OLIVEIRA
Percebemos que temos muito potencial não apenas no Brasil como no mundo. Já recebemos muitas visitas de outros países, principalmente da Europa, onde as pessoas tanto consomem quanto interagem tão bem com a cultura. Percebemos um enorme potencial exatamente pelo crescimento da inserção digital das pessoas, dos artistas e, obviamente, do público consumidor.

Nosso público é bem amplo, desde a pessoa que gostaria de comprar uma obra para sua casa, o colecionador, o curador ou crítico de arte, profissionais liberais como arquitetos, designers de interior, construtoras, entre outros.

A grande dificuldade que percebemos é que as pessoas ainda imaginam cultura como algo elitista. O Glocal Arts vem para demonstrar que as artes visuais podem ser acessíveis a todos.

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