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Edição de jan/fev :: n° 88
O ano de 2012 chegou e as perspectivas para o comércio eletrônico são as melhores possíveis. Mas, afinal, quem vende mais na web? Saiba quais são as lojas virtuais com as maiores taxas de conversão do mundo, conheça as suas estratégias e aumente o seu resultado. Confira, também, tudo sobre Responsive Web Design, conceito que vem ganhando espaço entre designers e profissionais front-end.
Sumário da edição.
A economia dos grandes. E como os pequenos podem florescer, por Julius Wiedemann.
A informação onipresente, por Diego Eis.

E-mail Marketing: Uma ferramenta poderosa de vendas

Postado por thiago.almeida em 24/01/12

Kedma Lage Carvalho é Gerente de Contas Estratégicas da ZipCode

Atualmente, 90% das empresas realizam ações de Marketing Digital, sendo 80% de e-mail marketing.

Um estudo realizado pela SeeWhy Software divulgou, em maio de 2011, que a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras de diversos sites de e-commerce nos Estados Unidos foi o e-mail marketing. Esse estudo foi elaborado com base em 60 mil transações concluídas.

O e-mail marketing bem trabalhado, com algumas boas práticas, torna extremamente eficientes as vendas de e-commerce, com baixo custo e alto retorno.

Veja alguns passos para ter um resultado positivo:

1)    Qual a origem da sua lista?

Quando a empresa envia um e-mail marketing de uma base de usuário a esmo, ou comprando listas sem saber a procedência, a taxa de conversão será ínfima.

Quando se tem uma base de clientes op-tins e de público segmentado, o retorno de conversão poderá ser 3 vezes maior.

2)    Palavras proibidas

Na construção da arte para o e-mail marketing, as palavras inseridas são de extrema importância. Não se deve usar,  por exemplo: newsletter, news, e-mails, todos os direitos reservados, grátis, promoção, sigilo absoluto, entre outras. Evitando as palavras proibidas, a probabilidade de entrega de e-mail marketing é bem expressiva.

3)    E-mail marketing não é revista

A arte de newsletter bem feita em um e-mail marketing deverá ter 60% de texto e 40% de imagem, e tem que ser em código HTML.

4)    Retorno de reputação

Muitas empresas, por envio indevido de e-mails e compras de listas sem procedência, prejudicam a reputação do seu domínio, podendo, assim, tê-lo bloqueado por minutos ou dias e entrar para as black lists, tornando sua imagem negativa para os clientes.

5)    Qual a reputação do Provedor

Existem inúmeros provedores, mas você deve escolher um que tenha reputação positiva no mercado, com centenas de ip’s, links dedicados e gerenciamento.

6)    Frequência de envio

É muito importante que haja um planejamento de envio de e-mail marketing: quantos dias na semana, qual o melhor horário, a velocidade e o volume de disparo. Não será positivo enviar um milhão de e-mails em um único horário. Tudo isso interfere no resultado da entregabilidade. E-mail marketing bem feito não é quantidade, e sim qualidade. Pesquise o melhor horário para envio. Faça alguns horários diferentes e observe a média de resposta.

Neste artigo você aprendeu algumas boas práticas do e-mail marketing. Com planejamento, conhecimento e um pequeno investimento, pode transformar esta ferramenta em um grande aliado, conquistando excelentes resultados de venda.

Bons Negócios.

*Kedma Lage Carvalho é Gerente de Contas Estratégicas da ZipCode.

Como vasculhar o que há de melhor na internet

Postado por thiago.almeida em 18/01/12

Marcus Andrade é sócio fundador do Guidu

A internet pode ser considerada uma grande biblioteca. São milhões de sites e páginas em geral. E, essa grande biblioteca, contando com zilhões informações, muitas vezes se mostra um tanto difícil para encontrar o que realmente se quer.

Como dizem muitos estudiosos que nadavam contra a antiga maré que resistia à internet, a internet conta com muita informação de qualidade, mas é preciso ter discernimento e saber procurar.

E na verdade, es
se caso se repete em praticamente todos os conteúdos dentro da web, claro, por conta da vasta extensão que ela permite. Quem gosta de esportes, vai dizer que nunca se pegou em um blog que levava de forma equivocada uma série de informações, ou até mesmo adiantava tudo o que aconteceria no clube do coração. Ou os diversos sites que disponibilizam centenas de finais diferentes para a mesma novela.

É preciso saber onde podemos vasculhar o que há de melhor na internet. E, principalmente em termos de entretenimento.  Em tempos de conteúdo cada vez mais colaborativo, ficar atento ao que ocorre na internet é a melhor forma de garantir a perfeita integração entre o mundo real e o virtual. Para isso, abaixo relaciono algumas dicas de como encontrar as melhores informações na ambiente online:

Redes Sociais: Facebook, Twitter e  YouTube tornaram-se grandes canais de relacionamento entre marcas e usuários. E, nesse sentido é importantíssimo estar atento aos perfis e empresas de interesse, eles podem gerar conteúdo extremamente relevante para conseguir boas novidades.

Blogs: Os blogs especializados também são ótimas fontes de informações. Neles, é possível ir bastante além do convencional, encontrando conteúdo de nicho, que não teria espaço em sites convencionais.

Fóruns: De forma mais organizada que um simples bate-papo, os fóruns são espaços na internet onde pessoas com gostos semelhantes debatem assuntos extremamente específicos, como por exemplo, discussões sobre qual é a melhor balada na região do bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Podcasts: O rádio na internet. Os podcasts são uma forma interessante e descontraída de encontrar informações. O principal dos podcasts é a colaboração dos produtores do áudio, que buscam incessantemente as informações para levar o que é mais diversificado aos internautas ouvintes.

Portais: Apesar de fugir do conceito de conteúdo colaborativo, passando por uma amplitude muito maior que elimina a possibilidade de especialização, os grandes portais dão uma visão geral para saber o que se passa no mundo. É um bom ponto de partida para começar aprofundar sua navegação em blogs, redes sociais, entre as outras dicas acima.

*Marcus Andrade é sócio fundador do Guidu, www.guidu.com.br, guia online, em formato de rede social, com conteúdo colaborativo, onde os próprios usuários dão dicas e fazem os comentários dos estabelecimentos.

Entregabilidade, a palavra de ordem no e-mail marketing em 2012

Tags:, , — Postado por thiago.almeida em 10/01/12

Gabriela Terceiro é Analista de Marketing da ZipCode

Por Gabriela Terceiro*

Durante muitos anos, o e-mail marketing teve o estigma de ser um “tiro de sal”, aquele que espalha para todos os lados e não acerta nada efetivamente. A ideia era bem simples: enviar a campanha para o maior número de pessoas possível e torcer por algum retorno positivo.

Em 2010, o conceito de e-mail marketing começou a ser modificado, dando maior foco à segmentação dos disparos. Inclusive, com a consolidação do marketing digital, o e-mail marketing mostrou-se a ação do segmento mais realizada pelas empresas, alcançando 80% delas, segundo dados da Pesquisa Marketing Visão 360º daquele mesmo ano.

O conceito de segmentação ganhou tanta força, que durante todo o ano de 2011, quando se falava em e-mail marketing, automaticamente carregava a idealização de boas práticas no envio. As tais boas práticas são coisas bem simples, além da segmentação e conteúdo relevante, o e-mail marketing deve ser oportuno, bem quisto, pertinente e informativo.

No entanto, com tanta dinamicidade, a dúvida é: o que podemos esperar do e-mail marketing em 2012?

É simples. Após a segmentação e a adoção de boas práticas, o ano de 2012 será da entregabilidade. Cada vez mais as empresas se preocupam com a reputação na hora de entregar um e-mail marketing.

Certificações como a Return Path se fortalecem e ganham peso no Brasil. A Return Path identifica que o envio do e-mail marketing é feito por um remetente com boa reputação, aumentando a taxa de entregabilidade da mensagem eletrônica direto na caixa de entrada do destinatário.

A importância da boa reputação do servidor de e-mail marketing e do IP de envio deve ser levada à extrema máxima. Quando rebaixada a reputação do remetente, o impacto chega a ser inimaginável. Endereços caem na temerosa Black List e são diretamente direcionados para o lixo eletrônico, quando não acabam barrados instantaneamente.

Sendo assim, pensando em entregabilidade, reputação e boas práticas, cada vez mais as campanhas vão ganhando um caráter sério e segmentado, considerando conteúdo, templates e, principalmente, elaboração de um mailing list focado, especializado, atingindo o alvo pretendido com a campanha. Este será o ano de 2012. Este é o futuro e tão logo o presente do e-mail marketing.

*Gabriela Terceiro é Analista de Marketing da ZipCode, empresa provedora de informações para marketing, crédito, cobrança e antifraude.

Os 8 F’s do insucesso das lojas virtuais

Tags:, , — Postado por tiago em 05/01/12

Arnaldo Korn, diretor presidente do portal Pagamento Já

Por Arnaldo Korn

O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida. Por que isso acontece e como evitar? Conhecendo as respostas, a chance de sucesso aumentará muito. Por isso é importante conhecer os motivos principais que levam a decadência, chamados por mim de os 8F’s do insucesso:

1 – Falta de Planejamento: Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro, talvez seja esse o motivo do SEBRAE apontar um insucesso na casa dos 53% para as micro e pequenas empresas nos 3 primeiros anos de vida. É impossível almejar o sucesso sem o planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o “plano de negócio”, o ponta-pé inicial que deve ser dado respondendo as seguintes questões: O que vou vender? Quem vai montar minha loja? Quem é o meu concorrente? Quanto gastarei para iniciar o negócio?

2 – Foco no Mercado: Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu público é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento específico é o começo. Na internet uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores, basta ter “foco”.

3 – Falta de mão de obra qualificada: Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o “gerenciamento de e-commerce”: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de trafego. Estes três itens são básicos e essenciais.

4 – Falha na divulgação: Para dar um pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fechadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e portanto ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o “planejamento de marketing e divulgação”, para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites, assessoria de imprensa, etc.

5 – Falta de Planejamento Logístico: Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de lojística.

6 - Fraude: A fraude, principalmente na venda com cartões de crédito, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, além de acabarem devendo às operadoras em função de antecipações negativadas em suas contas. Portanto, não é bom arriscar neste campo minado. Utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude conferindo grande segurança nas transações. (www.pagamentoja.com.br).

7- Falta de Monitoramento: Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que esta ocorrendo em termos de análise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões – na maioria das vezes erradas – baseadas em suposições. Sendo assim, a web análise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual, sendo primordial que o web empreendedor se familiarize com o “GOOGLE ANALYTICS”.

8- Falha no Atendimento: Muito se fala em atendimento – e deveria se falar muito mais – e a sua loja pode ser virtual, mas o seu cliente é real e necessita de atendimento. Seu cliente precisa saber exatamente o que esta acontecendo com o seu pedido de compra, seu site precisa ter um bom canal de comunicação com o cliente e transmitir a este CREDIBILIDADE.

Os maiores anunciantes do país e as redes sociais

Tags:, , , — Postado por tiago em 03/01/12

Fonte: MITI Inteligência

Com base no ranking do Ibope dos maiores anunciantes do Brasil, a MITI Inteligência (http://fonte.miti.com.br) mapeou como essas empresas estão atuando nas mídias sociais. O levantamento foi feito usando as seguintes redes: Twitter, Facebook, Orkut, Google +, Linkedin, Flickr, Vimeo, Foursquare, Instagram e blogs, os canais com em que os brasileiros estão mais presentes.

Confira os gráficos com os resultados

(Nos gráficos, constam as dez empresas que mais se destacaram em cada canal, quando consideradas as redes sociais apenas com foco na marca corporativa, desconsiderando-se os produtos).

Twitter Com base na quantidade de tweets realizados, verifica-se que a Sky é a que mais aproveita o microblog para contato com o consumidor, não apenas para divulgação dos seus produtos, mas também para diálogo com o cliente. Os números do gráfico são do total de publicações feitas no Twitter desde o início do perfil da empresa.

Quando a métrica se dá pelo número de seguidores, o ranking sofre uma alteração, e o que percebemos é que entre as marcas avaliadas, é a Claro, através da parceria com o Ronaldo Fenômeno, a que angariou maior quantidade de seguidores.  A Vivo, assim como observado no gráfico anterior, continua entre as primeiras do Twitter, seguida da TIM, o que confirma o interesse das empresas de telefonia em participar ativamente das redes sociais para estreitar relacionamento e divulgar promoções para os usuários.

Facebook No Facebook, a avaliação da atuação das empresas foi feita considerando o número de fãs nas páginas oficiais. Entre os maiores anunciantes, a Coca-Cola destaca-se com grande diferença em comparação com as outras marcas, já que mantém um único perfil no qual traça uma comunicação em diversas línguas com usuários de todo o mundo.

Orkut Dentre os 30 maiores anunciantes, apenas cinco investem com presença oficial no Orkut, sendo que a Coca-Cola – assim como no Facebook – ainda é a empresa que tem maior destaque.

Linkedin Ainda que com um foco diferente, as empresas também usam o Linkedin como plataforma de contato e relacionamento. Na rede – que já tem mais de 135 milhões de internautas – o destaque é a HP.

Google+ Apesar de já ter liberado a atuação das empresas por meio da criação de páginas, o Google+ ainda vem sendo usado de forma tímida pelas empresas. Entre os 30 maiores anunciantes, apenas o Brasdesco comunica sua Google Page brasileira oficialmente, embora a Coca-Cola, a Ford e a HP mantenham perfis corporativos mundiais no canal.

Flickr, Vimeo, Foursquare, Instagram e blogs As empresas ainda não estão explorando Flickr, Vimeo, Foursquare, Instagram e blogs da mesma forma que atuam em Twitter e Facebook. O Flickr, por exemplo, rede para compartilhamento de fotos, é utilizado apenas pela Ambev e Coca-cola, dentre os 30 maiores anunciantes. Vimeo e Foursquare ainda não são utilizadas por nenhuma das empresas listadas no ranking e a postagem de informações em blogs ocorre apenas com as marcas Vivo, Claro e L’Oreal.

Interação com os usuários

O mapeamento revela ainda que as grandes anunciantes enxergam os canais sociais como uma extensão dos canais de Atendimento ao Consumidor, praticando o famoso SAC 2.0. Entre as 30 mapeadas, 81% delas interagem com os usuários, seja para responder dúvidas ou apresentar soluções para os problemas apontados. As empresas Casas Bahia, Unilever, Ambev, Reckitt Benckiser, Cervejaria Petrópolis, Sky, P&G, Fiat, Volkswagen, Grupo Pão de Açúcar, Tim Brasil, GM, Vivo, Oi, Claro, Coca-cola, Itaú, Nestlé e L’óreal representam esta faixa que estabelecem um diálogo com o público nas redes sociais.

Não faça justiça com o próprio mouse

Postado por david.souza em 09/12/11
Direito Digital

Por Dra. Patricia Peck Pinheiro*

As redes sociais permitem a manifestação do pensamento, a liberdade de expressão, em tempo real. Pensou, publicou. No entanto, deve-se ter muito cuidado com o que é considerado “abuso de direito”, ou seja, passar do ponto, ir além do limite ético previsto na lei em vigor no Brasil, conforme reza o art. 187 do Código Civil.

A vida das pessoas está cada vez mais exposta, publicada na internet. Mesmo um fato corriqueiro de rotina, como estacionar o carro em uma vaga no shopping, fazer compras, ou ir a uma balada, um show, torna-se público de forma instantânea. Todo o mundo fica sabendo de tudo o tempo todo. Munidos de celulares com câmeras, passamos a ter uma vigilância digital permanente de nossos atos. Mas há limites para o que se pode fazer de boa-fé e quando passa a infringir o direito a proteção da imagem e privacidade do indivíduo, previsto no art. 5º. Inciso X da Constituição Federal de 1988.

De forma prática, qualquer pessoa pode registrar um fato ilícito, seja criminal ou civil, e dar andamento deste registro junto as autoridades, que estão legitimadas com o poder de polícia. Isso significa que a pessoa não pode ser uma justiceira. O nosso direito não permite isso. Por isso, tirar a foto de um fato, para fins de documentação, está dentro da lei. Divulgar essa imagem na internet, associando a um conteúdo que exponha a pessoa envolvida, já se torna um crime, o de difamação. Mesmo que seja por uma boa causa. Afinal, “os fins não justificam os e-mails, ou os posts”.

Vivemos a era da transparência digital, profissional e pessoal. Mas temos o dever, como cidadãos deste novo mundo, de cumprir com as regras do jogo, que são as leis. Devemos lembrar que tudo que publicamos na web documenta o que dissemos, é prova. A liberdade de expressão deve ser exercida com responsabilidade, podemos dizer o que pensamos, mas respondemos pelo que dissemos. Manifestações de ódio, ameaças e mensagens discriminatórias são crimes no Brasil e sujeitam o infrator não a penas que vão de 3 meses de detenção à 5 anos em média de reclusão como também a ressarcir pelo dano moral causado, calculado com base no tempo que o conteúdo ficou publicado e quantas pessoas viram (as indenizações têm sido em média de R$30 mil).

Denuncie, proteste, manifeste, divulgue, compartilhe, mas dentro das leis, de forma ética, digitalmente correta, sob pena de se tornar um infrator também.

Algumas Dicas para Postura em Redes Sociais (independente tipo de acesso)

-Cadastrar-se nas Redes Sociais em nome próprio (não praticar falsa identidade);

-Publicar opiniões baseadas nos princípios da boa-fé e em conformidade legal;

-Evitar exposição excessiva de vida íntima, evitar comentar rotinas do seu dia-a-dia que podem gerar algum risco de segurança, tais como horários, trajetos, agendas, local de residência;-Somente utilizar conteúdos (em especial imagens) que tenha legitimidade ou que seja autor ou que tenha tido autorização das demais partes envolvidas previamente;

-Orientar filhos e/ou familiares sobre o uso ético, seguro e legal das Redes Sociais, inclusive sobre a necessidade de cautela e proteção das informações da família, para evitar vazamento de informações financeiras, relacionadas a conta bancária, cartão de crédito, senhas, remuneração, patrimônio;

-Utilizar linguagem e vocabulários adequados, de modo a evitar qualquer tipo de opinião que possa ser considerada ambígua, subjetiva, agressiva, hostil, discriminatória, vexatória, ridicularizante ou que de algum modo possa ferir a imagem da empresa de seus colaboradores, parceiros, fornecedores e clientes, evitar o uso de apelidos para fazer menção a demais colaboradores;

-Zele pela proteção da sua reputação digital e respeite o próximo, faça denúncia aos canais oficiais, as autoridades e não faça justiça com o próprio mouse.

*Dra. Patricia Peck Pinheiro, advogada especialista em Direito Digital, sócia fundadora da Patricia Peck Pinheiro Advogados, autora do livro “Direito Digital”, do áudio-livro e do pocket book “Tudo o que você precisa ouvir sobre Direito Digital”, do áudio-livro “Eleições Digitais” e do áudio-livro “Direito Digital Corporativo”, todos da Editora Saraiva.  (www.pppadvogados.com.br) – Twitter: @patriciapeckadv

Patricia Peck Pinheiro Advogados

Natal e e-commerce, a combinação perfeita de compras e vendas

Tags:, , , , — Postado por thiago.almeida em 02/12/11
Arnaldo Korn

Arnaldo Korn, diretor presidente do portal Pagamento Já

Empresas de comércio eletrônico e consumidores precisam ficar atentos um ao outro

O Natal se aproxima e junto com ele vem o aumento considerável das vendas, tanto em lojas físicas quanto pela internet. Hoje em dia, o público tem assídua frequentação aos sites de compras, justamente pela escolha rápida, entrega em casa e, muitas vezes, preços mais acessíveis que o do mercado em geral.

Com essa tendência de “fazer de tudo sem sair de casa”, o e-commerce cresce a cada ano e, em 2011, houve 30% a mais de resultados do que no ano passado. Na época da festa natalina não é diferente, mas existem pontos a serem considerados de extrema importância, tanto para o consumidor quanto para o vendedor.

No primeiro caso, quem compra precisa estar atento aos prazos de entrega do produto, bem como aos itens básicos de segurança em compras online, como a atualização dos softwares, cuidados com senhas de qualquer tipo, não utilizar lan houses e verificar a existência do cadeado no canto inferior da tela, onde constam todas as informações do certificado que corresponde ao endereço do seu navegador.

Um bom conselho – e este sempre resolve qualquer dúvida do consumidor – é acessar os sites de reclamações, blogs e até mesmo as redes sociais para verificar se a empresa ou site da compra é realmente uma boa opção. Muitas vezes é possível observar por meio desses sites o quanto a rede inserida no e-commerce preza pela qualidade de seu serviço.

Já no caso de quem está vendendo, a preparação para o Natal requer atenção extrema. O comerciante precisa ficar de olhos abertos para o estoque, entregar o produto no prazo indicado para que a empresa não tenha sua reputação manchada – pois mesmo algo tão pequeno pode estragar a imagem – e por esta razão contar com um planejamento aprimorado e uma logística eficaz.

Tudo isso faz a diferença para os lojistas em relação aos concorrentes do mercado eletrônico. Mas tão importante quanto isso é saber “o que falam do seu comércio eletrônico na internet”. Do mesmo modo que o e-consumidor deve pesquisar a respeito do vendedor nos sites de reclamações, as empresas necessitam e muito, fazer o mesmo tipo de coisa, porém em um processo inverso.

Se há reclamações há de ter respostas para satisfazer o cliente, tanto aquele que reclamou quanto aquele que está apenas pesquisando. O mundo eletrônico não é apenas planejamento, mas sim uma comunicação estratégica para conquistar quem quer comprar e por parte de quem quer vender. Quando ambos fazem a sua parte, consumidor e empresa sentem-se satisfeitos com a compra e a venda bem feita.

O conforto de ficar em casa e receber o produto em mãos têm sido um dos principais pontos para o crescimento do e-commerce no Natal, porém, há muito que melhorar. Adaptando-se às exigências do mercado, o e-commerce ganha ainda mais em aprimoramento e consumo. Por isso, preparem-se bem e façam boas compras.

Portais que tiram a culpa do consumo excessivo

Tags:, , — Postado por thiago.almeida em 30/11/11

Israel Salmen, Sócio-fundador do Meliuz (meliuz.com.br)

O Consumismo é uma ca racterística do capitalismo e da sociedade moderna, rotulada como “a sociedade de  consumo”. É compulsivo, descontrolado e que se deixa influenciar pelo marketing das empresas que pretendem vender seus produtos e serviços.

Existe uma grande diferença entre o consumista e o consumidor. Este compra produtos e serviços necessários para sua vida enquanto aquele compra muito além daquilo que precisa. Segundo a Dra. Aaron Balick, Psicoterapeuta e Consultora Psicológica Inglesa, isso acaba gerando uma batalha interna em cada indivíduo, podendo gerar sentimento de remorso quando alguma boa oportunidade de compra é perdida, ou sentimento de culpa quando o indivíduo compra algo que não precisava.

Mesmo com a crise econômica mundial, o Brasil vem apresentando dados positivos e crescentes para o consumo doméstico brasileiro, o que contribui em grande parte também para o crescimento do mercado nacional de comércio eletrônico. Movimentando R$ 14,8 bilhões em 2010 e com mais de 23 milhões de e-consumidores, a expectativa é que esse mercado movimente R$ 20 bilhões, impulsionado por um total de 27 milhões de consumidores que irão gastar cerca de R$ 20 bilhões via internet, segundo estudos da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.Net).

Dado o crescimento do consumo e a forte evolução do mercado de comércio eletrônico no Brasil, estamos vivenciando um grande movimento para a criação de portais que tirem a culpa do consumo excessivo. O modelo de compras coletivas, que surgiu há menos de dois anos nos Estados Unidos, é um exemplo. Existe uma grande tendência, não só por parte do internauta, mas do consumidor em geral, em pesquisar por barganhas e isso pode ser provado pelo sucesso dos portais de compras coletivas no Brasil. Em 1 ano, são mais de 2 mil sites trazendo descontos nos mais variados tipos de ofertas.

Além dos sites de compra coletiva, encontramos hoje no Brasil diversos portais que reúnem códigos promocionais e descontos de diversas lojas virtuais de varejo online e portais que oferecem recompensas para seus usuários (pontos e prêmios), além dos programas de fidelidade de coalizão, que oferecem recompensa sobre as compras nos mais variados nichos de loja virtual.

Foi seguindo essa linha de raciocínio que chegou ao Brasil o modelo de reembolso/cashback, uma ideia que também veio do desenvolvido mercado de comércio eletrônico americano, que movimentou US$ 197 bilhões em 2010, e que deve crescer cerca de 10% ao ano até 2015, somando US$ 297 bilhões em vendas pela internet.

Aliando super descontos e remunerando os usuários em dinheiro ao invés de pontos, os portais que oferecem reembolso pelas compras são mais um método para diminuir o sentimento de culpa pelas compras.

O desconto oferecido nesses portais ameniza o sentimento de culpa no consumo, uma vez que a necessidade de barganha de preços fica preenchida. Já o reembolso de parte do valor gasto em dinheiro vem como um adicional, pois como a recompensa não é imediata, o cliente considera o valor que pagou como sendo o custo do produto e no futuro, quando recebe a recompensa, percebe que teve um ganho adicional e conseguiu salvar mais dinheiro nessa sua compra.

*Israel Salmen é Sócio-fundador do Meliuz (meliuz.com.br)

Especialista dá valiosas dicas sobre marketing digital e comércio eletrônico

Postado por thiago.almeida em 31/10/11

Natan Sztamfater é CEO da Cookie Web

Marketing Digital e Redes Sociais no e-commerce, tecnologia adequada ao setor, concorrência, atendimento e fidelização são assuntos familiares para Natan Sztamfater, fundador do www.portcasa.com.br e CEO da Cookie Web, agência de marketing digital especializada em lojas virtuais de pequeno e médio porte. Natan é um conhecedor prático do crescimento efetivo do comércio eletrônico brasileiro.

Confira, a seguir, a entrevista de Natan Sztamfater concedida ao jornalista Tiago Bosco. O empresário falou sobre marketing para e-commerce, como é uma campanha de marketing para uma loja virtual e deu valiosas dicas profissionais. Vale a pena conferir!

WIDE: Existe uma fórmula básica para quem está começando um negócio voltado para a área de e-commerce divulgar a sua loja virtual? No âmbito do marketing digital, é possível estabelecer os procedimentos necessários para este processo?

NATAN: Considero os desafios de um e-commerce muito similares aos de uma loja física. Sempre voltando aos bons P’s do marketing. Ponto Digital, Preço, Produto etc…

WIDE: Quais as grandes dúvidas encontradas pelos empreendedores na divulgação de uma campanha de marketing para uma loja virtual?

NATAN: A busca por resultado imediato trava o crescimento rápido dessas empresas. É importante saber dividir mídia, branding de mídia e performance.

WIDE: O que NÃO se deve fazer em uma campanha de divulgação de uma loja virtual?

NATAN: Os investimentos devem começar focando em mídias de resultado, em performance. Depois vem o trabalho da construção de marca.  Muitas empresas de porte ainda “rasgam” dinheiro com mídias especificas de branding. Esse pode ser um passo errado.

WIDE: Que tipo de conhecimento o profissional responsável pela divulgação de uma loja virtual deve ter?

NATAN: Muito conhecimento do produto a ser vendido, marketing, ser bom com números e certamente “amigo da tecnologia”.

WIDE: Como mensurar os custos de uma campanha de marketing em relação à divulgação de uma loja virtual na web?

NATAN: Sempre olhar vendas e número de cadastros adquiridos. Costuma ser um bom termômetro.

WIDE: É possível apontar as principais diferenças na divulgação online de uma loja virtual para a divulgação de um simples site de conteúdo?

NATAN: Conteúdo visa tráfego qualificado e tempo de navegação. Tudo isso, no fim, foca na finalização da venda.

WIDE: Em relação aos links patrocinados, de que maneira eles podem ser efetivamente aplicados na divulgação de uma loja virtual? Comente a sua importância.

NATAN: É preciso ter um trabalho forte por trás. Monitoramento e acompanhamento de resultados são alguns dos segredos.

5 de outubro, dia do Think different!

Tags:, , , — Postado por thiago.almeida em 06/10/11
Steve Jobs 1955 - 2011

Steve Jobs, um dos fundadores da Apple.

Dia 5 de outubro de 2011, 20h30. Até esse momento era apenas mais um dia.

Porém infelizmente, depois deste fatídico horário, o mundo foi pego de surpresa com uma notícia avassaladora.

Milhões de pessoas começaram a comentar, ainda desacreditados, nos seus Macs, PCs, iPhones, iPads, Androids e Blackberrys. Naquela hora, não fazia muita diferença, o choque alcançou a todos em todas as plataformas. Os comentários foram se multiplicando, como um mantra virtual de homenagens.

“Se hoje fosse o último dia de minha vida, queria fazer o que vou fazer hoje? E se a resposta fosse não muitos dias seguidos, sabia que precisava mudar algo”

E mudou. Todos nós sabíamos das dificuldades que ele estava enfrentando no final de sua vida, de como estava debilitado e fraco. Mas uma pessoa de destaque tem um ciclo de vida diferenciado, e foi por isso que ele optou viver seus “últimos dias de vida” durante sua vida, como se fosse apenas uma questão de escolha. Mas para ele era.

“Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante”

Uma pessoa que sempre lidou de maneira simples e justa com a morte, não será lembrada por isso. O legado, o exemplo, e sua imagem inovadora que serão lembrados. Sendo assim, a partir de hoje, o dia 5 outubro é uma data para agradecermos, para homenagearmos e, por que não, para celebrarmos.

Afinal de contas, hoje, um dia depois de 5 de outubro de 2011, começa uma nova era, uma era em que nós teremos que inventar o nosso amanhã, uma era mais pobre em termos de gênios, uma era que se viverá de um legado que jamais será esquecido, uma era pós alguma coisa, uma era pós-Steve Jobs.

“It Just Works”

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